Vacina contra gripe: uma outra versão

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O Brasil adota a campanha de vacinação em massa contra gripe. Praticamente todos os dias os noticiários reforçam a necessidade de tomar a vacina contra o vírus influenza. De acordo com médico Eduardo Almeida, PhD em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, no Brasil, poucos falam dos efeitos tóxicos das vacinas e nem se admitem tais efeitos, o que faz a população aderir em massa às campanhas.

Bart Classen, PhD, fundador do “Classen Immunotherapies” e desenvolvedor de tecnologias de vacina, possui estudos publicados que relacionam o desenvolvimento de diabetes em crianças acima de 10 anos com a vacinação. O artigo mais recente sobre esses estudos foi publicado em 2011, no Journal of Pediatric Endocrinology and Metabolism.

Assim como a maioria das vacinas distribuídas pelo sistema público de saúde no Brasil, a da influenza também pode conter o timerosal, conservante feito à base de mercúrio. Ainda fonte de muita controversa, o timerosal já não é mais usado na maioria das vacinas fabricadas nos EUA e na Europa, por supostamente apresentar relação com o desenvolvimento de autismo. Uma pesquisa liderada por Amy Holmes, publicada em 2003 no International Journal of Toxicology, comprovou a relação entre intoxicação por mercúrio e o desenvolvimento de autismo em crianças que absorveram o metal de diversas formas nos primeiros anos de vida, inclusive por meio da vacinação.

Mas a maior polemica em torno da vacinação contra a gripe foi gerada pelo seu próprio criador, o médico Graeme Laver, pesquisador do vírus da gripe. Em 2007 Laver publicou um artigo no jornal britânico ‘The Scotsman’ declarando que nunca ficou “muito convencido com a sua eficácia”.

“Não existem provas de que alguma vacina anti-gripal desenvolvida até hoje seja eficaz na prevenção ou mitigação de qualquer ataque de gripe. Os fabricantes dessas vacinas sabem que elas não valem nada, mas continuam a vendê-las”, revelou Graeme Laver.

Peter Doshi, da Universidade de Havard, publicou artigo em 2005 no BMJ questionando se há mesmo necessidade para se preocupar tanto com a gripe. Em resumo, Doshi concluiu, ao cruzar dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano, que há muitas contradições em relação ao número de mortes por gripe nos EUA. Os óbitos contabilizados aparecem, segundo Doshi, sempre associados à pneumonia, o que infla as estatísticas. Em 2001, por exemplo, o Centro divulgou que influenza e pneumonia causaram cerca de 62 mil mortes. Mas, deste número, apenas cerca de 200 estavam ligadas à gripe e em apenas 18 casos o vírus da gripe foi identificado positivamente. Para Peter Doshi, o CDC trabalha obscuramente no incentivo de campanhas de vacinação contra gripe, influenciado por um looby com suas fabricantes.

Diariamente, dados favoráveis à vacinação são amplamente divulgados, reforçando a segurança das vacinas. Segundo Ruth Ruprecht, médica e pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Harvard, é difícil obter recursos para pesquisar vacinas que já existem, pois os financiadores de estudos científicos, entre os quais a indústria farmacêutica fabricante dessas vacinas, alegam que não há razão para investigar o que já foi descoberto, preferindo investir no desenvolvimento de novos produtos. Por isso é difícil conseguir recursos financeiros para pesquisar os efeitos colaterais das vacinas que já estão em circulação.

Estão disponíveis com muita oferta, na internet e em revistas científicas, estudos que defendem a segurança e eficácia do uso de vacinas, além de contestar suas relações com possíveis complicações. O Portal Estar Bem pretende com esta breve publicação dar voz também a outras opiniões, que não possuem espaço e divulgação proporcional na mídia, e assim levar ao conhecimento dos leitores um ponto de vista que deve ser avaliado na hora tomar decisões.

Colaborou com as informações publicadas neste post o médico Eduardo Almeida.

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