Os perigos da água fluoretada

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O médico John Yiamouyiannis passou anos pesquisando os efeitos da toxicidade do flúor e descobriu sua estreita relação com o câncer. Estima-se que 100 milhões de brasileiros ingerem a substância por meio da água fluoretada e que 75% do volume de água produzido no Brasil é fluoretado, de acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento. Segundo “Manual de fluoretação da água para consumo humano”, elaborado pela Fundação Nacional da Saúde (Funasa) que defende a medida, apesar de já se ter estipulado uma quantidade de ingestão diária segura de flúor “são necessários mais estudos para se determinar precisamente essa dose”. A Funasa ressalta ainda que “o flúor é uma substância tóxica quando ingerido em altas doses, podendo levar a morte”.

A adição de flúor na água começou a ser adotada em massa desde 1975, com um programa da Organização Mundial da Saúde para combater a cárie. Em junho de 1989, Yiamouyiannis divulgou uma pesquisa que analisou cerca de 40 mil crianças de escolas americanas e conclui que não há nenhuma relação entre a diminuição de cáries e a fluoretação. Apesar de ser uma medida aderida pela maioria dos países, segundo Yiamouyiannis o fluoreto é um veneno cumulativo que danifica o sistema imunológico, provoca envelhecimento precoce, causa hipotireoidismo, aumenta o risco de câncer e patologias ósseas e aumenta o risco do desenvolvimento de doenças autoimunes.

O resultado mais assustador da pesquisa de Yiamouyiannis é relacionado ao câncer: o fluoreto pode aumentar a taxa de crescimento de tumor cancerígeno em 25%, transforma células normais em células cancerosas e aumenta a carcinogênese de outros produtos químicos na concentração de apenas uma parte por milhão (ppm). Segundo Yiamouyiannis , não existe um nível seguro de flúor e o melhor que se pode fazer é se certificar que sua água tem menos de 0,2 ppm da substancia.

A exposição ao flúor poderia também reduzir a inteligência das crianças, segundo estudo pré-publicado no “Environmental Health Perspectives”. De acordo com Paul Connett, Ph.D., que liderou a pesquisa, “este é vigésimo quarto estudo que encontrou essa associação, e correlaciona uma diminuição no nível de QI com os níveis de flúor encontrados na água consumida atualmente.” Para Connett , o resultado aproxima uma relação de causa e efeito entre a exposição ao flúor e danos cerebrais em crianças.”

A boa notícia é que uma pesquisa feita na Universidade Rajasthan, na Índia, descobriu que o tulsi pode remover grande parte do flúor da água. Os cientistas deixaram 75 miligramas da erva conhecida no Brasil como manjericão santo imersos em 100 mililitros de água por 8 horas. O resultado: as folhas absorveram cerca de 7 ppm de flúor e reduziu para apenas 1,1 ppm a quantidade da substancia na água.

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